Com jogo futurista, BAMIN leva educação ambiental a estudantes do entorno da FIOL1

Ferramenta tecnológica, o jogo conecta alunos da rede pública às mudanças climáticas e consciência socioambiental

Ao longo do trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL 1), estudantes e educadores da rede pública estão aprendendo sobre mudanças climáticas de uma forma tecnológica e divertida, por meio do jogo “Missão Climática: Jovens em Ação”. A atividade integra a nova etapa do Programa de Educação Ambiental nas Escolas, implementado pela BAMIN nos meses de novembro e dezembro, com o objetivo de aproximar a pauta climática da rotina das comunidades e estimular o engajamento dos jovens. A iniciativa compõe o Plano Básico Ambiental do Projeto Integrado Pedra de Ferro e reforça o compromisso com ações educativas contínuas nas áreas próximas ao empreendimento.

O ciclo de atividades teve início em 17 de novembro, com a formação de professores e analistas socioambientais no IFBA de Uruçuca. O treinamento, ministrado pela facilitadora Ana Luísa Cerqueira, do CIEDS — parceiro da BAMIN na implementação do programa — apresentou os fundamentos pedagógicos do jogo, além de técnicas de mediação e estratégias para potencializar o aprendizado colaborativo. A partir dessa capacitação, os participantes estão aptos a replicar o conteúdo em outros municípios, ampliando o alcance e a eficiência da aprendizagem relacionado à educação ambiental.

Para assegurar a continuidade das ações, cada instituição recebeu mochilas com todos os materiais necessários para a aplicação do jogo, que combina elementos interativos, narrativa futurista e desafios práticos. Cerca de 50 estudantes de três unidades — IF Baiano, em Uruçuca, Escola Municipal Banco do Pedro, em Ilhéus, e Escola Ana Silva, em Itagi — já participaram das primeiras sessões, marcadas pela curiosidade e entusiasmo dos alunos.

Desenvolvido pela Ecomove e pelo CIEDS, “Missão Climática: Jovens em Ação” é um escape game que transporta os participantes para o ano de 2100. Na história, a ativista Zuri envia recursos ao presente para evitar um colapso ambiental, desafiando os estudantes a assumir papéis profissionais, como urbanista, geógrafo, assistente social ou jornalista, e solucionar enigmas relacionados ao aquecimento global, à justiça climática, aos impactos em biomas e à desinformação. A dinâmica estimula o trabalho em equipe, o pensamento crítico e a criação de soluções sustentáveis.

“Com essa abordagem inovadora, o Programa de Educação Ambiental nas Escolas se fortalece como instrumento essencial para a formação de jovens conscientes e preparados para enfrentar os desafios ambientais do século 21”, destaca o diretor de Sustentabilidade da BAMIN, Marcelo Dultra.

Sobre o PEA nas Escolas

O Programa de Educação Ambiental (PEA) nas Escolas é uma iniciativa da BAMIN que promove a conscientização socioambiental entre estudantes da rede pública localizada ao longo do trecho 1 da FIOL 1. Por meio de atividades formativas, lúdicas e práticas, o programa aborda temas como conservação ambiental, sustentabilidade e mudanças climáticas, contribuindo para a construção de uma cultura ambiental crítica e para o fortalecimento das comunidades em seu território de atuação.

Sobre a BAMIN

A BAMIN faz parte do Eurasian Resources Group (ERG), grupo com atuação global no setor de recursos naturais, presente em 15 países. A empresa é responsável por projetos de mineração e logística na Bahia, como a Mina Pedra de Ferro, em Caetité; o Porto Sul, em Ilhéus; e o trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL 1), que ligará as duas cidades.

RHI Magnesita investe em Pesquisa & Desenvolvimento de produtos refratários de baixa condutividade térmica para aumento de eficiência energética

Produtos quem eliminam o processo de queima já contribuem com a redução de emissões de até 600 kg de CO₂ por tonelada produzida.

Em um movimento para a descarbonização e inovação da indústria refratária, a RHI Magnesita tem investido, ao longo dos últimos anos, no desenvolvimento de produtos de baixo teor de CO2. O ligante K, resultado do investimento contínuo em pesquisa e formulação de produtos sustentáveis, foi desenvolvido pelo time de pesquisadores da empresa e permite a produção de refratários sem a etapa tradicional de queima, eliminando o consumo de combustíveis fósseis e reduzindo significativamente as emissões de gases de efeito estufa.

A tecnologia possibilita economia de até 600kg de CO₂ por tonelada de refratário produzido, um marco que, em 2024, contribuiu para a redução de 4000 mil toneladas de CO₂ nas operações da RHI Magnesita na América Latina, o equivalente a retirar aproximadamente 1000 carros das ruas por um ano.

“O ligante K representa um divisor de águas para a indústria. Simplificamos processos, economizamos energia e promovemos a eficiência energética e operacional dos nossos clientes, colocando a sustentabilidade no centro da estratégia”, ressalta Carlos Pagliosa, Pesquisador da RHI Magnesita na América Latina. “Isso acontece porque o novo ligante possibilita a formulação de refratários que exigem menos aquecimento, apresentam menor condutividade térmica e reduzem perdas térmicas na operação do cliente.” Afirma.

Desenvolvimentos como esse fazem parte das metas corporativas da empresa para reduzir emissões de CO2 em 15% por tonelada de produto e o consumo de energia em 5% por tonelada até o final de 2025. O impacto positivo se reflete na redução da pegada de carbono ao longo da cadeia, contribuindo para que os clientes alcancem menores emissões de escopo 3. Além disso, a transparência é ampliada com a inclusão da pegada de carbono nas fichas técnicas, orientando decisões mais conscientes de clientes e parceiros.

Conduzido pelo Centro de Pesquisa & Desenvolvimento da RHI Magnesita, em Contagem (MG), essa tecnologia conecta alta-performance e meio ambiente em uma agenda ousada de descarbonização, que também engloba reciclagem e uso de nanotecnologia. Desde 2019, mais de 90 projetos foram conduzidos nessa agenda.

“O ligante K não apenas reduz emissões e economiza recursos, mas consolida nossa liderança oferecendo soluções concretas para uma indústria sustentável. Juntos, movemos o futuro da indústria refratária, em sintonia com as demandas ambientais e a proteção do planeta para as próximas gerações”, conclui Rodrigo Borges, head de Pesquisa & Desenvolvimento da RHI Magnesita na América Latina.

Com visão de futuro, a RHI Magnesita reafirma seu papel na liderança de soluções de baixo carbono, convidando clientes e sociedade a avançar juntos por uma economia limpa, circular e responsável.

Sobre a RHI Magnesita

A RHI Magnesita é o fornecedor líder global de produtos, sistemas e soluções refratárias de alta qualidade que são essenciais para processos de alta temperatura, superiores a 1.200°C, em uma ampla variedade de indústrias, incluindo aço, cimento, metais não ferrosos e vidro. Com uma cadeia de valor verticalmente integrada, de matérias-primas a produtos refratários e soluções totalmente baseadas em desempenho, a RHI Magnesita atende clientes em todo o mundo, com mais de 20.000 funcionários em 68 unidades de produção, 10 unidades de reciclagem e mais de 70 escritórios de vendas. A RHI Magnesita pretende alavancar sua liderança em termos de receita, escala, portfólio de produtos e presença geográfica diversificada para atingir estrategicamente os países e regiões que se beneficiam de perspectivas de crescimento econômico mais dinâmico.

O Grupo está listado na categoria Equity Shares (Commercial Companies) (“ESCC”) da Lista Oficial da Bolsa de Valores de Londres (símbolo: RHIM) e é um constituinte do índice FTSE 250, com uma listagem secundária na Bolsa de Valores de Viena (Wiener Börse). Para obter mais informações, acesse o site da RHI Magnesita.

ArcelorMittal e Casa dos Ventos antecipam operação comercial plena de parque eólico

A ArcelorMittal, líder global e maior produtora de aço no Brasil, e a Casa dos Ventos, referência em energias renováveis e protagonista da transição energética no Brasil, colocaram em operação comercial 100% do Complexo Babilônia Centro, em Várzea Nova, região Centro Norte da Bahia.

O parque eólico foi concluído de forma antecipada em julho, com 123 aerogeradores e completamente conectado ao Sistema Interligado Nacional, tendo sua operação comercial plena autorizada em outubro. O investimento total foi de R$ 4,2 bilhões, e a capacidade de geração é de 553,5 MW de energia. A outorga da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) é válida por 35 anos.

A ArcelorMittal e a Casa dos Ventos formaram, em abril de 2023, uma joint venture para construção e operação conjunta do Complexo Babilônia Centro. O contrato corporativo é um dos maiores de energia renovável no Brasil, com fornecimento inicial de 267 MW de fonte eólica para a ArcelorMittal – o equivalente ao atendimento de mais de 1 milhão de residências.

Esse é o primeiro projeto de energia eólica da ArcelorMittal no Brasil. “Antecipamos o início de operação comercial em um momento muito importante. A ArcelorMittal é a quarta maior consumidora de energia do país, e a inauguração do Complexo Babilônia Centro vai nos permitir a diversificação da matriz energética, aumentar a competitividade, contribuir para a redução de consumo e custos operacionais e na descarbonização de nossas operações”, aponta Everton Negresiolo, CEO ArcelorMittal Aços Longos LATAM.

Para a construção do complexo, a ArcelorMittal forneceu o vergalhão XCarb©, aço com baixa pegada de carbono. O produto, utilizado na fundação das torres eólicas, é produzido com 100% de material metálico reciclado e 100% de energia renovável, o que reduz em cerca de 60% a emissão de carbono no processo de produção.

O Complexo Babilônia Centro pode evitar a emissão de cerca de 204 mil toneladas de CO2 anualmente. A transição energética é um passo fundamental na estratégia de descarbonização da ArcelorMittal, que tem como meta alcançar 100% de energia elétrica renovável até 2030 e zerar as emissões líquidas de carbono até 2050.

A ArcelorMittal e a Casa dos Ventos já tinham antecipado parte da operação, colocando aerogeradores em funcionamento desde fevereiro deste ano. “Nós estamos muito satisfeitos com mais uma antecipação do empreendimento eólico e pela ampliação da parceria para a construção de uma usina solar, diversificando nosso escopo de atuação. Os avanços consistentes alcançados têm sido fruto de uma visão estratégica alinhada entre as companhias e uma colaboração operacional bem-sucedida entre os times envolvidos”, afirmou Lucas Araripe, diretor-executivo da Casa dos Ventos.

Em agosto do ano passado, a parceria entre as partes foi ampliada com a criação de mais uma joint venture para a implantação de um projeto de energia solar, também no Complexo Babilônia Centro, entre os municípios de Morro do Chapéu e Várzea Nova, na Bahia. Neste novo acordo, estão sendo investidos aproximadamente R$ 700 milhões para uma usina de 200 MW de potência instalada. As obras estão em estágio avançado e a operação comercial está prevista para dezembro de 2025.

Sobre a ArcelorMittal 

Maior produtor de aço no Brasil e líder no mercado global, o Grupo ArcelorMittal tem cerca de 125 mil empregados, sendo 20 mil no Brasil, e atende a clientes em 129 países, com o propósito de criar aços inteligentes para as pessoas e o planeta.

A empresa tem unidades industriais em oito estados (MG, ES, RJ, SC, CE, BA, SP e MS), além da maior rede de distribuição do país. Foi a primeira empresa das Américas com uma unidade certificada pelo ResponsibleSteel, uma das certificações em ESG mais respeitadas no mundo.

As plantas brasileiras têm capacidade de produção anual de 15,5 milhões de toneladas de aço bruto e de 5,1 milhões de toneladas de minério de ferro e atendem às indústrias automobilística, de eletrodomésticos, construção civil, óleo e gás, máquinas e equipamentos, dentre outras. A empresa atua, ainda, em áreas como geração de energia para consumo próprio, produção de biorredutor renovável (carvão vegetal a partir de florestas plantadas de eucalipto) e tecnologia da informação.

Sobre a Casa dos Ventos  

Somos referência em energia renovável e protagonista na transição energética do Brasil. Com quase duas décadas de atuação, temos conhecimento em todos os elos da cadeia do setor e trabalhamos para que nossos clientes tenham redução de custos e atinjam suas metas de emissão de forma eficiente e sustentável.

Para avançar em nossa posição de relevância no setor, possuímos, conjuntamente com empresas do grupo, o maior portfólio de projetos eólicos e solares do País, com aproximadamente 33,4 GW de capacidade. Aceleramos nosso crescimento por meio da joint venture com a TotalEnergies, uma das maiores empresas de energia do mundo, e nos tornamos o veículo exclusivo de renováveis da multinacional no país.

Somos signatários do Pacto Global da ONU e trabalhamos de forma alinhada aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e às melhores práticas de ESG; preservamos os biomas locais e desenvolvemos projetos sociais nas comunidades em que estamos presentes, de modo a contribuirmos para impulsionar o Brasil rumo a uma economia de baixo carbono.

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