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Vale ampliará produção de fosfato para fertilizantes

Notícias Gerais

06/08/2010


A produção anual da nova mina de fosfato de Bayóvar, no Peru, controlada pela mineradora brasileira Vale pode subir para até 5,9 milhões de toneladas de rocha fosfática, disse o executivo-chefe da empresa, Roger Agnelli, discursando na inauguração oficial da mina. Entretanto, ele não deu uma previsão de quando esse aumento deve ocorrer.
 
A mina, na qual a Mosaic Co. e a Mitsui & Co. têm uma participação, deve ter uma capacidade de produção anual máxima de 3,9 milhões de toneladas de rocha fosfática em 2012, disse a empresa em um comunicado. Este ano, espera-se que a produção fique em torno de 1 milhão de toneladas de rocha fosfática, subindo para 2,8 milhões de toneladas em 2011.
 
Conforme a Vale, a mina de Bayóvar, na província de Sechura, no norte do Peru, é um dos maiores depósitos de fosfato da América do Sul, e o projeto exigiu um investimento total de quase US$ 566 milhões.
 
Segundo a mineradora, a operação vai ajudar a fortalecer sua posição como um player importante na indústria de fertilizantes e impulsionar o fornecimento para o Brasil. A empresa também disse que deve exportar para a América do Norte e Ásia. A Vale afirmou que a demanda por fertilizantes está sendo estimulada pelas necessidades de aumento na produção de alimentos.
 
De acordo com a companhia, o Brasil atualmente importa cerca de 90% do carbonato de potássio e 53% do fosfatados que consome na produção de fertilizantes. Em um comunicado divulgado no mês passado, a Vale afirmou que tinha vendido uma fatia de 35% para a Mosaic por US$ 385 milhões e uma fatia de 25% para a Mitsui por US$ 275 milhões.

Portal Exame


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