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Sondagem no projeto de fosfato Três Estradas apresenta resultados de alta qualidade

Notícias Gerais

15/10/2013


Os últimos resultados da sondagem de trado no projeto de fosfato Três Estradas, da Aguia Resources, no Rio Grande do Sul, trouxeram dados animadores que estão de acordo com as expectativas inicias. O melhor deles fala de 10 metros com 10,6% de pentóxido de fósforo (P205) a partir da superfície, diz comunicado enviado hoje à ASX, bolsa de valores da Austrália.
Outros resultados mostram 16m com 8,5% de pentóxido de fósforo, a partir de 2m, incluindo 8m com 10,3% de P2O5; 12m com 9,8% pentóxido de fósforo, a partir de 2 metros, incluindo 5 metros com 11,1% de pentóxido de fósforo; e 7,9m com 12% pentóxido de fósforo, a partir de 5 metros de profundidade. Todos os furos terminam em mineralização.
A empresa disse que os resultados confirmaram que a mineralização se alonga por 1.400 metros a sudoeste do recurso atual. Ao todo, são 2,5 mil metros de extensão da mineralização de carbonatitos.
Até o momento, foram executados 145 furos rasos de trado com espaçamento de 100 metros. Todos os resultados foram registrados e foram recolhidas amostras de furos selecionados que apresentam interseções de rochas com carbonatitos e zonas de anfibolito para serem submetidas a ensaios e análise.
Essa campanha de sondagem cobre uma extensão significativa da direção do corpo mineral de carbonatito, e vai ajudar no planejamento e na definição de programas de sondagem futuros.
O comunicado diz que, com a descoberta recente de Joca Tavares, os projetos da Aguia localizados no Rio Grande do Sul têm potencial de geração antecipada de caixa.
A Aguia Resources possui uma extensa área na região e acredita que o Rio Grande do Sul tem potencial para hospedar uma grande província de fosfato próxima a infraestrutura, agricultores e misturadores de fertilizantes. O projeto Três Estradas fica a 41 quilômetros do prospecto Joca Tavares.
Os três estados da região Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná atualmente consomem 1 milhão de toneladas P2O5, ou quase 30% do consumo brasileiro, entretanto não há produção de fosfato na região.

Notícias de Mineração Brasil


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