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SKF amplia capacidade para atender contrato com Scania

Notícias Gerais

13/03/2012


A SKF planeja investir R$ 9,2 milhões em sua primeira linha de rolamentos para rodas e transmissões de caminhões e ônibus no país. O objetivo é atender a um contrato de R$ 38 milhões firmado recentemente com a Scania para o fornecimento dessas peças até 2015.
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Esta será a oitava linha do complexo industrial da SKF em Cajamar, na Grande São Paulo, e adicionará 1,8 milhão de unidades à capacidade de produção da empresa no Brasil, que chegou a 37,6 milhões de peças com a inauguração em outubro de uma fábrica de rolamentos para automóveis. Se tudo ocorrer dentro do previsto, os equipamentos deverão ser instalados entre abril e maio para o início da produção em agosto.
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Atualmente, o grupo importa de suas fábricas na Alemanha, na Suécia, na França e na Índia os rolamentos usados em veículos pesados no Brasil. Isso corresponde a um volume aproximado de 300 mil peças por ano – sem colocar na conta o contrato com a Scania, que vai girar ao redor de 600 mil a 700 mil peças anuais.
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Além da Scania, a SKF fornece rolamentos para a Mercedes-Benz e o mercado de reposição. Metade do faturamento anual de R$ 800 milhões da filial brasileira – que responde por 4,3% do resultado global do grupo sueco – vem do suprimento de peças para a divisão automotiva, onde a empresa atende a quase todas as montadoras instaladas no Brasil. A outra metade vem de rolamentos usados em equipamentos industriais, principalmente de setores de mineração, metalurgia, ferroviário, sucroalcooleiro e de papel e celulose.
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A depender da evolução do mercado, a empresa diz que poderá ampliar ainda mais sua capacidade em rolamentos para veículos pesados, aproveitando uma área livre de aproximadamente 80 mil metros quadrados no complexo de Cajamar.
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“Temos planos de crescer em pesados, mas nada está confirmado por enquanto”, diz Amadeo Comin, diretor industrial da SKF no Brasil. Segundo a companhia, a nova linha deve começar a operar com 60% de sua capacidade produtiva, chegando a 80% no ano que vem. Com o gradual aumento da atividade, passará de dois para três turnos de trabalho.
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Montadoras como a Scania e a MAN – que é dona da marca Volkswagen na linha de pesados – já traçaram um cenário de estagnação no mercado de caminhões neste ano, após o recorde de vendas em 2011.

Valor Econômico


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