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Siderúrgicas devem investir mais em autossuficiência, diz Moody`s

Notícias Gerais

01/06/2012


As siderúrgicas brasileiras devem ajustar seu modelo de negócio às novas condições do setor e elevar investimentos em autossuficiência para que se tornem mais competitivas, na avaliação da Moody?s Investors Service. Em relatório recente, a agência de classificação de risco destaca que ?mudanças relevantes no mercado brasileiro de aço, resultantes do aumento das importações e dos custos das principais matérias-primas?, justificam um novo modelo de negócios em siderurgia.
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Segundo Barbara Mattos, autora do relatório e vice-presidente assistente da Moody?s, os produtores brasileiros de aço se beneficiaram, no passado, da oferta abundante de matéria-prima a preços relativamente baixos. Esse cenário, porém, mudou drasticamente diante da elevada concorrência com o aço importado e do enfraquecimento dos fundamentos do mercado global, o que levou à redução de preços.
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Pesou também sobre as cotações do aço nacional a fraca demanda doméstica, especialmente por parte das indústrias automobilística e de linha branca, acrescenta Barbara, com reflexo direto na rentabilidade das siderúrgicas no primeiro trimestre.
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?O alívio da pressão dos custos elevados de matéria-prima será primordial para as siderúrgicas brasileiras?, ressalta a especialista. Para tanto, as siderúrgicas devem buscar a autossuficiência em minério de ferro e energia no máximo no médio prazo. ?CSN já é autossuficiente, mas Gerdau e Usiminas ainda têm um longo caminho pela frente?, afirma.
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Valor Econômico


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