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Samarco recebe certificação internacional por gestão de ativos físicos

Notícias Gerais

05/10/2015


A Samarco é a primeira mineradora do Brasil a implantar e certificar seu sistema de gestão de ativos físicos. Esse reconhecimento foi obtido neste mês, após auditoria de certificação realizada pela empresa franco-brasileira Assetsman, que tem como base a norma internacional BSI PAS-55: 2008, da British Standards Institution, que define os requisitos mínimos para uma gestão de ativos otimizada.
A conquista demonstra que os ativos físicos da Samarco, ou seja, as máquinas e equipamentos industriais, geram o máximo retorno para a organização. Isso foi possível devido à coordenação entre as equipes de investimento, projeto, aquisição, operação, manutenção e descarte, que passaram a tomar decisões considerando o custo envolvido em todas as etapas do ciclo de vida de um equipamento.
Os objetivos definidos para o sistema preveem um retorno entre R$ 20 milhões e R$ 50 milhões nos próximos cinco anos, desempenho que reafirma o espírito inovador da Samarco e sua competitividade no mercado mundial de minério de ferro.
?Gerenciamos continuamente os ativos físicos da empresa a fim de garantir um equilíbrio entre custo, risco e desempenho. O resultado é obtido por meio da coordenação entre os processos de aquisição, projeto, operação, manutenção, reforma e descarte, que buscam compreender o efeito de suas ações ao longo de todo o ciclo de vida dos ativos?, explica Sergio Mileipe, gerente de Manutenção e responsável pelo Sistema de Gestão de Ativos Físicos da Samarco.
A PAS 55 aborda 28 aspectos da gestão de ativos, indo desde a estratégia de ciclo de vida à manutenção diária, incluindo custos, riscos e desempenho. O padrão permite a integração de todos os aspectos do ciclo de vida: desde o reconhecimento de uma necessidade que precisa ser planejada, adquirida, construída, comissionada, utilizada ou operada, mantida, reformada, modificada ou descartada.
De acordo com o Institute of Asset Management, organização que trata da disseminação de boas práticas em gestão de ativos, essa norma também fornece uma linguagem comum para que diversos setores de uma empresa possam discutir as vantagens e desvantagens em relação à gestão de ativos e provê uma estrutura que facilita a compreensão de como as partes individuais se ajustam e como as interdependências mútuas podem ser tratadas e otimizadas.

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