Safm adquire 100 hectares para barragem de rejeitos de Ponto Verde
11/10/2013
A South Americam Ferro Metals (Safm) adquiriu uma propriedade de 100 hectares para ser usada como barragem de resíduos e rejeitos gerados pela expansão de sua mina de minério de ferro Ponto Verde em Minas Gerais. A informação faz parte de um comunicado enviado hoje ao mercado.
A empresa fez um pagamento inicial de US$ 960 mil e pagará os US$ 4,31 milhões restantes no dia 30 de dezembro deste ano.
Segundo os termos do contrato, a Safm obteve uma opção de compra de 100 hectares adicionais adjacente aos 100 hectares iniciais, pelo mesmo preço, que pode ser exercido entre 30 de janeiro de 2014 e junho de 2015.
De acordo com informações da empresa, não há impedimentos sítios arqueológicos descobertos na área, o que poderiam limitar seu uso.
Um estudo da taxa de volume de capacidade entre estéril e rejeitos foi desenvolvido por uma empresa de consultoria e engenharia, a GeoGraphos Engenharia e Consultoria, cujo resultado concluiu que o total da área coberta pelas duas aquisições é suficiente para hospedar 64 milhões de metros cúbicos de estéril e rejeitos.
O avanço no estudo de viabilidade demandou premissas mais apuradas a respeito do plano de processamento de 8 milhões de toneladas iniciais do projeto Ponto Verde, baseado nas expectativas que o corpo mineral pode se estender para além da atual definição Jorc.
Por isso, foram feitas análises adicionais mais avançadas do corpo mineral, incluindo teor e estrutura, iniciou melhorias tanto para beneficiamento de minério quando para o planejamento logístico, que agora aumentou o período de finalização do estudo de viabilidade para abril de 2014.
A extensão está baseada em reduções significativas de gastos de capital antecipado e custos de processos.
A Coffey International completou um estudo de bancada para determinar a viabilidade fundamental para expandir o site do Ponto Verde e uma avaliação sobre suprimentos de mineração, incluindo custos com equipamentos.
Está previsto que o circuito do processo utilize britagem e peneiramento, moagem, separação magnética, espessamento e filtragem. Estudos geotécnicos preliminares foram finalizados no local proposto para a planta de processamento.
A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), completou o estudo de viabilidade para oferecer energia para a mina, propondo um traçado da linha de transmissão pretendida, com as estimativas de custo de capital. A companhia informou que ainda está em discussão sobre o acordo fornecimento de energia elétrica.
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