Pequim e Déli disputam commodities
27/05/2010
A Jindal reagiu ao suposto interesse da China de investir em Mutún lembrando que a eventual chegada de uma segunda empresa à jazida terá de seguir condições expressas no contrato que La Paz firmou com a companhia indiana.
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Segundo Jorge Gallardo, gerente de assuntos jurídicos da Jindal, há no contrato assinado em 2007 uma cláusula que estabelece que se o governo boliviano vier a permitir que outras empresas atuem na parte de jazida controlada atualmente pelo Estado, as novas companhias terão acesso ao mesmo volume de gás dado à Jindal, pagarão a mesma fatia de impostos e terão as mesmas limitações técnicas de produção de minério por ano.
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A ideia da cláusula, segundo Gallardo, é que a Jindal e eventuais concorrentes trabalhem sob as mesmas condições. Gallardo disse que oficialmente a Jindal não foi informada sobre interesse chinês. (MMS)
Valor Econômico