MMX tem prejuízo de R$ 42,020 milhões no segundo trimestre
13/08/2010
A MMX Mineração e Metálicos fechou o segundo trimestre com prejuízo líquido de R$ 42,020 milhões, uma queda de 48,14% em relação ao prejuízo de R$ 81,032 milhões do primeiro trimestre. No segundo trimestre do ano passado a MMX havia lucrado R$ 26,585 milhões.
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A receita bruta da empresa foi de R$ 204,930 milhões, 69% a mais que os R$ 121,474 milhões do primeiro trimestre e uma alta de 324% na comparação com a receita bruta de R$ 48,363 milhões do segundo trimestre do ano passado.
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Já o lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Lajida) foi negativo em R$ 208 mil, uma queda de 99% em relação ao Lajida negativo de R$ 23,503 milhões do primeiro trimestre. No segundo trimestre do ano passado o Lajida havia ficado negativo em R$ 149,503. O Lajida ajustado, que excluiu itens não recorrentes, foi positivo em R$ 54,792 milhões no segundo trimestre deste ano, contra um Lajida negativo de R$ 13,503 milhões no primeiro trimestre e um Lajida negativo de R$ 40,030 milhões no segundo trimestre do ano passado.
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Entre abril e junho, a mineradora do grupo EBX registrou recorde de produção e venda. A produção de minério de ferro foi de 1,844 milhão de toneladas, contra 1,826 milhão de toneladas no primeiro trimestre e 1,271 milhão de toneladas no segundo trimestre do ano passado. Já as vendas de minério foram de 1,833 milhão de toneladas, contra 1,508 milhão de toneladas no três primeiros meses do ano e 631,807 mil toneladas no segundo trimestre de 2009.
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A companhia realizou 84% das suas vendas no segundo trimestre de 2010 para o mercado interno e 16% para o exterior. “É importante destacar que o resultado da empresa foi operacional e não apenas financeiro”, disse, em nota, o presidente da companhia, Roger Downey.
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O balanço da empresa no trimestre sofreu o impacto do pagamento de R$ 55 milhões para a Kristen, devido ao acordo para o encerramento definitivo de contratos de fretamento de navios por tempo determinado, contabilizados na MMX Corumbá. Como consequência, as despesas comerciais subiram 65% na comparação com o primeiro trimestre, para R$ 97,8 milhões.
O Globo