"Mineração seria boa possibilidade de participação no governo", diz Deputada do PI
16/01/2013
A deputada estadual Margarete Coelho (PP) comentou, em entrevista ao Jornal O Dia, as recentes mudanças administrativas no governo estadual. Adança das cadeiras deixou o Partido Progressista (PP) sem participação direta na administração do governador Wilson Martins (PSB), mas segundo a parlamentar o clima entre partido e governo é amigável. Na análise da deputada, a saída de Raimundo Neto da Agespisa foi encarada pelo PP com tranquilidade.
“Como é de conhecimento de todos, o próprio Raimundo Neto já havia manifestado o desejo de deixar o cargo. Diante disso, governo e partido conversaram, o que fez com que a saída dele fosse bastante tranquila”, conta.
Sobre uma possível indicaçãodo PP para outra pasta administrativa, Margarete Coelho confirmou que o partido estuda maneiras de participar da administração. “O governador sabe da importância do PP nas eleições governamentais de 2010. Obviamente, queremos participar de forma mais ativa da administração, mas não é apenas uma questão desse ou aquele cargo, queremos algo relevante, de influência no governo”, declarou.
Questionada se a Secretariade Mineração seria uma pasta de interesse do PP, a parlamentar se mostrou receptiva à ideia. A pasta, ainda sem nome definido para o comando após a saída de Tadeu Maia (PSB), é apontada no meio político como uma das possibilidades de indicação do PP. “Ainda não ouvi falar nada sobre o assunto. Mas o PP tem amplo trabalho nas áreas de sustentabilidade e empreendedorismo. Portanto, dentro desse campo de interesse, a Mineração seria uma boa possibilidade de atuarmos com qualidade na administração estadual”, revelou Margarete Coelho.
Ainda sobre a Secretaria de Mineração, a deputada destacou o potencial mineral do estado. “O mapa mineral do Piauí é muito rico. Há muito que se fazer nessa área, mas é preciso cuidado no sentido de saber explorar sem prejuízos ao meio ambiente. Queremos um estado desenvolvido, mas condizente com as leis de preservação ambiental”.
Portal O Dia