Metso cria centro de inovação em Minas
18/08/2011
De capital com sede na Finlândia, negócios em mais de 50 países e uma das líderes globais em engenharia, desenvolvimento de equipamentos e soluções em tecnologia e serviços para os setores produtivos da mineração, construção, geração de energia, petróleo e gás, reciclagem e papel e celulose, a Metso Corporation faturou, em 2010, ¤ 5,552 bilhões. Neste ano, investirá US$ 110 milhões em programas de desenvolvimento e inovação tecnológica (P,D&I).
A Metso do Brasil Indústria e Comércio S/A, com sede em Sorocaba (SP), participa com 18% a 20% dos negócios – ¤ 999,36 milhões a ¤ 1,1 bilhão. Nas aplicações em P,D&I, neste ano, a filial brasileira deverá receber recursos na proporção de sua participação na receita global, estima o diretor de Serviços, Luiz Carlos Estancione.
Entre os investimentos em P,D&I, a Metso tem como prioridade a instalação do Centro de Tecnologia de Processos, em Pedro Leopoldo, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O valor do projeto será definido pela matriz assim que encerrar o ano fiscal (30 de setembro). O centro figura em Edital do Governo de Minas e, de acordo com o diretor de Serviços da Metso, envolve repasses via Banco de Desenvolvimento de Minas gerais (BDMG). A empresa já opera um Centro de Serviços para construção e mineração próximo a Belo Horizonte.
Garantir maior valor agregado
Luiz Estacione diz que o Centro de Tecnologia de Processos, ou simplesmente Centro de Inovações, será uma “parceria” com o Governo de Minas. “Visa melhorar o processo e vamos trabalhar junto com nossos clientes para melhoria do processo deles”, definiu o executivo. Acrescenta que o centro permitirá aos clientes da mineração e construção atingirem “maior valor agregado e performance (dos equipamentos)”.
O anúncio do novo centro foi durante a M&T Peças e Serviços e a Construction Expo 2011, feiras e congressos da Sobratema, semana passada, em São Paulo.
Por presença na receita, a carteira de contratos globais do Grupo Metso teve, em 2010, o seguinte perfil: papel (30%), mineração (27%), construção (13%), geração de energia (11%), celulose (8%), petróleo e gás (7%) e reciclagem (4%). De 2009 para 2010, o faturamento cresceu 10,6%, de ¤ 5,016 bilhões para ¤ 5,552 bilhões.
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