Juniores canadenses levantam US$ 1,1 Mi para projetos no Brasil
14/12/2015
A TriStar Gold e a Para Resources anunciaram no dia 11 operações para captar fundos por meio da emissão de ações e de opções de compra. A TriStar mudou o comando da empresa, incluindo CEO e CFO, e levantou cerca de US$ 755 mil que serão usados no projeto de ouro Castelo dos Sonhos. A Para, que tem o projeto de cobre e ouro Tucumã, no sul do Pará, captou US$ 403 mil.
A TriStar havia informado em 18 de novembro que faria mudanças na direção da empresa quando concluísse uma emissão privada de ações. A mineradora tem novos CEO, CFO e conselheiros, que são da equipe liderada por Nick Appleyard e concordaram em subscrever US$ 750 mil em ações da TriStar. O montante total a ser captado pela TriStar, porém, era de US$ 1,5 milhão, praticamente o dobro do que foi levantado com a emissão privada.
Em comunicado ao mercado nesta sexta-feira, a mineradora de ouro disse que emitiu um total de 6,87 milhões de ações. A empresa ainda pagou uma taxa de corretagem para a Maxit Capital, intermediária da operação, de 227.123 ações. Todo o dinheiro captado será utilizado para avançar com o desenvolvimento de Castelo dos Sonhos, no Pará, e como capital de giro.
A Para Resources fechou a primeira parte de uma operação que visa captar US$ 2,9 milhões. Nessa primeira fase, os US$ 403 mil obtidos pela companhia foram referentes à emissão de 4,62 milhões de títulos, formados por ações ordinárias da Para e warrants (opção de compra). As informações são de comunicado enviado ao mercado também nesta sexta-feira.
A Mackie Research Capital Corporation intermediou a operação da Para e recebeu cerca de US$ 5.300 em dinheiro e 87 mil opções de compra exercíveis por 18 meses e que dão direito a adquirir uma ação da Para por 18 centavos de dólar canadense. Além do projeto de cobre e ouro Tucumã, no município de mesmo nome no sul do Pará, a mineradora canadense detém o projeto Ojos Negros, no México.
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