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Jaguar aumenta produção de ouro em 14% no terceiro trimestre

Notícias Gerais

12/11/2013


A Jaguar Mining produziu 26,3 mil onças de ouro no terceiro trimestre de 2013, um aumento de 14% em relação ao mesmo período no ano passado. Foram vendidas 24,1 mil onças a um preço médio de US$ 1,3 mil por onça, o que representou um aumento de 3% em comparação com 2012. O custo operacional foi de US$ 846 por onça, 12% a menos que os US$ 963 do ano passado. Os números foram informados na última quinta-feira, por meio de comunicado.
?A equipe de operações continua cumprindo com o guia de custos e produção definido em dezembro de 2012. A nossa prioridade é garantir a segurança, melhorando as operações e sustentando para o futuro os ganhos feitos nesses primeiros nove meses de 2013?, disse David Petroff, presidente e CEO da Jaguar.
Neste terceiro trimestre, a empresa canadense teve um prejuízo de US$ 13,2 milhões, o equivalente a US$ 0,15 por ação diluída. Esse resultado inclui uma despesa de US$ 8,6 milhões com juros, uma perda cambial de US$ 300 mil e US$ 200 mil de ganhos não realizados na opção de conversão embutida em dívida conversível. No terceiro trimestre de 2012, o prejuízo da Jaguar foi de US$ 21,6 milhões ou US$ 0,26 por ação diluída.
Segundo a empresa, retirando as despesas com juros, perda cambial e ganhos não realizados, o prejuízo do terceiro trimestre em 2013 foi de US$ 4,5 milhões, o equivalente a US$ 0,05 por ação diluída. Em relação ao terceiro trimestre do ano passado, a Jaguar reduziu o quadro de colaboradores em 16%.
?O contínuo baixo preço do ouro o alto nível das obrigações com as dívidas fizeram com que a Jaguar dobrasse seus esforços para examinar todas as fontes e usos de caixa, com o objetivo de reduzir e adiar os desembolsos líquidos.?, afirmou Petroff.
A projeção do investimento de capital foi reduzida para US$ 24,5 milhões. No segundo semestre deste ano, a projeção era de US$ 28,9 milhões. As operações da Jaguar geraram US$ 5,1 milhões no terceiro trimestre, quase o dobro dos US$ 2,6 milhões no mesmo período em 2012. A empresa teve uma deficiência no capital de giro de US$ 39,9 milhões.
No Brasil, a empresa canadense controla o projeto de ouro Gurupi, no Maranhão, que está em fase de desenvolvimento, e as operações de Paciência, Turmalina e Caeté, em Minas Gerais.

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