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IPO da Casa de Pedra ocorrerá se mercado tiver condição favorável, diz CSN

Notícias Gerais

12/08/2010


A oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da Casa de Pedra será realizada “se o mercado tiver condições favoráveis, num momento favorável”, segundo o diretor-executivo da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Paulo Penido. O executivo preferiu não fixar data para que a operação seja realizada.
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Conforme Penido, as negociações com os sócios asiáticos da Namisa estão em curso. A CSN negocia a união da Casa de Pedra com a Namisa, empresa na qual detém participação de 60%, com os sete acionistas que possuem os demais 40%. A CSN já afirmou que poderá fazer a cisão da área de mineração com ou sem a fusão com a Namisa.
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De acordo com o executivo, estão previstos investimentos até 2015 de R$ 3,4 bilhões para a expansão da produção de minério da CSN e de R$ 5,9 milhões para ampliação da Namisa. A intenção é elevar a capacidade total dos atuais 55 milhões de toneladas para 110 milhões de toneladas, sendo 70 milhões de toneladas da CSN e 40 milhões de toneladas da Namisa.
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Minério de ferro e aços longos
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A CSN pretende vender de 38 milhões de toneladas a 40 milhões de toneladas de minério de ferro em 2011, conforme Penido. Para 2010, a meta da empresa é vender de 27 milhões a 28 milhões de toneladas de minério, segundo ele. O executivo ressaltou que a companhia está terminando a expansão da Casa de Pedra, o que contribui para o aumento de sua atuação no segmento.
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As vendas de produtos acabados de minério de ferro da CSN e da Namisa (considerando 100% de participação da CSN na empresa) cresceram 11% no segundo trimestre em relação ao primeiro trimestre, para 6,2 milhões de toneladas. O volume exclui o consumo próprio de minério pela siderúrgica. As exportações aumentaram 16%, para 5,9 milhões de toneladas, e corresponderam a 95% das vendas de minério. A Namisa respondeu por 4 milhões de toneladas, volume destinado somente para exportação.
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Penido também disse que os investimentos da empresa em aços longos vão somar R$ 3,3 bilhões. Os aportes incluem o projeto já em andamento de 500 mil toneladas anuais em Volta Redonda (RJ) e outras duas unidades também com 500 mil toneladas por ano cada. Os locais das dessas duas unidades ainda não foram definidos. A expectativa da empresa é chegar à capacidade de 1,5 milhão de toneladas por ano em 2012 e 2013.;

Estadão


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