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Transição energética e segurança mineral pautam participação do IBRAM no Future Minerals Summit

Destaque notícia

25/02/2026


O futuro dos minerais estratégicos e da mineração sustentável ganhou destaque nesta quarta-feira (25/2) em Brasília, durante o 1º Future Minerals Summit 2026. O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) marcou presença na mesa de abertura com o diretor-presidente interino, Fernando Azevedo. Ele ressaltou a relevância estratégica do Brasil no cenário internacional e a importância do fortalecimento da mineração sustentável.  O evento foi organizado pelo Instituto de Regulação, Inovação e Sustentabilidade (IRIS) na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI)

Também compuseram a mesa de abertura o presidente do IRIS, Felipe Sampaio; o diretor-geral da Agência Nacional de Mineração (ANM), Mauro Henrique Sousa; a secretária nacional de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia (MME), Ana Paula Bittencourt, e o deputado federal, Zé Silva (Solidariedade-MG). O diretor de Comunicação e Projetos IBRAM, Paulo Henrique Soares, e a gerente de Sustentabilidade, Cláudia Salles, também estiveram presentes.

Durante sua manifestação, Fernando Azevedo relembrou a contribuição do ex-presidente da instituição, Raul Jungmann, falecido em janeiro, destacando seu protagonismo na condução das agendas de transição energética, segurança mineral e geopolítica global ao longo dos últimos três anos.

1º Future Minerals Summit 2026
1º Future Minerals Summit 2026 – crédito: divulgação

O dirigente do IBRAM ressaltou a importância do fortalecimento da ANM, considerada essencial para garantir segurança jurídica, regulatória e de fiscalização ao setor. Segundo Fernando Azevedo, essa é uma pauta que o Instituto defende em prol do futuro responsável da atividade mineral brasileira.

Azevedo enfatizou que não há transição energética sem minério e que a segurança mineral é um elemento fundamental, configurando-se como instrumento geopolítico estratégico para o Brasil. Nesse contexto, destacou a relevância dos minerais críticos e estratégicos, especialmente as terras raras, que representam um ativo de soberania nacional. Ao abordar a geopolítica global, afirmou que o Brasil busca parcerias com todos os países, desde que alinhadas aos interesses nacionais. Para ele, o século XXI representa o ciclo do minério para o Brasil, reforçando a necessidade de proteger e valorizar os recursos minerais do país.

Todos os palestrantes da mesa de aberturas foram enfáticos ao falar que esse momento é estratégico diante da geopolítica mundial, mas que é necessário olhar para o desenvolvimento do setor de forma a avançar na cadeia mineral.

Homenagem

Após a cerimônia de abertura, o presidente do IRIS, Felipe Sampaio, prestou homenagem a Fernando Azevedo e a Mauro Silva pelos relevantes serviços prestados ao setor mineral.


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