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IBRAM participa de seminário sobre desenvolvimento, proteção ambiental e povos originários no contexto pós-COP 30

18/06/2026


Em um momento em que a transição energética ganha protagonismo nas discussões globais sobre desenvolvimento e sustentabilidade, o diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), Pablo Cesário, participou nesta quarta-feira (17), em Belém (PA), do Seminário de Desenvolvimento, Proteção Ambiental e Povos Originários: Pilares da Soberania na Amazônia no Pós-COP 30. Organizado pelo Comando Militar da Amazônia Oriental, o encontro reuniu representantes de instituições públicas e privadas, autoridades militares e civis e especialistas para debater os desafios e as oportunidades da região amazônica diante das transformações econômicas, ambientais e geopolíticas em curso.

O seminário teve como foco a discussão sobre segurança e defesa da Amazônia, além da conciliação entre as agendas de desenvolvimento econômico, proteção ambiental e valorização dos povos originários.

Durante sua participação, Pablo Cesário destacou que a mineração ocupa uma posição estratégica em um momento de profundas transformações econômicas e tecnológicas no mundo. Segundo ele, a crescente demanda por minerais críticos e estratégicos, impulsionada pela transição energética, coloca o setor no centro das discussões sobre desenvolvimento, sustentabilidade e soberania. 

IBRAM participa de seminário sobre desenvolvimento, proteção ambiental e povos originários no contexto pós-COP 30 Em um momento em que a transição energética ganha protagonismo nas discussões globais sobre desenvolvimento e sustentabilidade, o diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), Pablo Cesário, participou nesta quarta-feira (17), em Belém (PA), do Seminário de Desenvolvimento, Proteção Ambiental e Povos Originários: Pilares da Soberania na Amazônia no Pós-COP 30. Organizado pelo Comando Militar da Amazônia Oriental, o encontro reuniu representantes de instituições públicas e privadas, autoridades militares e civis e especialistas para debater os desafios e as oportunidades da região amazônica diante das transformações econômicas, ambientais e geopolíticas em curso. O seminário teve como foco a discussão sobre segurança e defesa da Amazônia, além da conciliação entre as agendas de desenvolvimento econômico, proteção ambiental e valorização dos povos originários. Durante sua participação, Pablo Cesário destacou que a mineração ocupa uma posição estratégica em um momento de profundas transformações econômicas e tecnológicas no mundo. Segundo ele, a crescente demanda por minerais críticos e estratégicos, impulsionada pela transição energética, coloca o setor no centro das discussões sobre desenvolvimento, sustentabilidade e soberania. Segundo Cesário, o momento atual representa uma mudança estrutural comparável às grandes revoluções industriais da história, com impactos diretos sobre a demanda por minerais e sobre o papel do Brasil no fornecimento desses recursos estratégicos. “A mineração está ligada a algumas transições no mundo que estão acontecendo neste momento. A principal delas é a transição energética que define quase todas as evoluções industriais. Desde a primeira revolução, baseada no carvão e no vapor, até os dias atuais, estamos vivendo uma nova grande transformação”, afirmou. O consultor do IBRAM, Fernando Azevedo, também participou do seminário e contribuiu para os debates sobre geopolítica, soberania, governança e justiça climática na Amazônia. Em sua apresentação, abordou o papel estratégico da mineração no atual cenário geopolítico global. Azevedo destacou ainda a importância da região Norte para a mineração, ressaltando a contribuição do setor para o desenvolvimento econômico, a geração de empregos. Também participaram o diretor de Assuntos Minerários, Júlio Nery, e o gerente-executivo do IBRAM na Amazônia, Anderson Santos.
Seminário de Desenvolvimento, Proteção Ambiental e Povos Originários: Pilares da Soberania na Amazônia no Pós-COP 30 – crédito: divulgação

Segundo Cesário, o momento atual representa uma mudança estrutural comparável às grandes revoluções industriais da história, com impactos diretos sobre a demanda por minerais e sobre o papel do Brasil no fornecimento desses recursos estratégicos. “A mineração está ligada a algumas transições no mundo que estão acontecendo neste momento. A principal delas é a transição energética que define quase todas as evoluções industriais. Desde a primeira revolução, baseada no carvão e no vapor, até os dias atuais, estamos vivendo uma nova grande transformação”, afirmou.

O consultor do IBRAM, Fernando Azevedo, também participou do seminário e contribuiu para os debates sobre geopolítica, soberania, governança e justiça climática na Amazônia. Em sua apresentação, abordou o papel estratégico da mineração no atual cenário geopolítico global. Azevedo destacou ainda a importância da região Norte para a mineração, ressaltando a contribuição do setor para o desenvolvimento econômico, a geração de empregos.

Também participaram o diretor de Assuntos Minerários, Júlio Nery, e o gerente-executivo do IBRAM na Amazônia, Anderson Santos.


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