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EY e IBRAM apresentam estudo sobre riscos e oportunidades para o setor mineral 

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29/04/2026


A EY, uma das maiores empresas de consultoria e auditoria mundial, em parceria com o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) promoveu, nesta terça-feira, 28, em Belo Horizonte (MG), a apresentação do recorte brasileiro do estudo “10 principais oportunidades e riscos da mineração” (Top 10 business risks and opportunities for mining and metals). O encontro contou com a participação do diretor de Sustentabilidade e Assuntos Associativos do IBRAM, Rinaldo Mancin, e do líder de Energia e Recursos Naturais da EY, Afonso Sartorio, além de especialistas do setor mineral.

O estudo aponta que o acesso a capital lidera o ranking dos principais riscos e oportunidades para a mineração no Brasil em 2026, refletindo um cenário de maior seletividade e custo mais elevado para investimentos. Na sequência, aparecem o aumento de custos e produtividade e a licença para operar, compondo o top 3 das prioridades do setor no país.

Durante a apresentação, foi destacado que, embora a geopolítica e a complexidade operacional sejam temas relevantes no cenário global, os executivos brasileiros têm adotado uma abordagem pragmática, priorizando questões diretamente relacionadas à viabilidade dos negócios e à capacidade de investimento.

A agenda ESG também se consolida como eixo central para o futuro da mineração. Segundo o estudo, aspectos ambientais, sociais e de governança estão cada vez mais integrados às decisões estratégicas das empresas, influenciando desde a concepção de novos projetos até a relação com investidores e comunidades.

Para Rinaldo Mancin, a análise reforça a importância de uma visão estruturada e de longo prazo para o setor mineral brasileiro. “O estudo evidencia que a mineração está inserida em um ambiente cada vez mais complexo e competitivo. Ao mesmo tempo, o país reúne condições estratégicas relevantes, especialmente no contexto dos minerais críticos, que evidencia a capacidade de atração de investimentos e reforça a necessidade de políticas e decisões alinhadas ao desenvolvimento sustentável do setor.”

Clique aqui e acesse o estudo completo.


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