EXPOSIBRAM Amazônia 2012 recebe 12 mil visitantes e temas debatidos repercutem no mundo
09/11/2012
A EXPOSIBRAM Amazônia 2012 (www.exposibram.org.br) foi nesta quinta-feira (08/11), em Belém (PA), com público de 12.000 visitantes à Exposição Internacional de Mineração, de 600 participantes do 3º Congresso Brasileiro de Mineração, 250 participantes dos workshops do Congresso e outros 250 do 1º Workshop Bauxita & Alumina da Amazônia.
O evento é uma realização do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) e gerou notícias que repercutiram no Brasil e no mundo em razão da grande cobertura da imprensa, entre os quais a agência internacional Dow Jones, o jornal Wall Street Journal, a agência Metal Bulletin, Agência Estado, DCI, Brasil Econômico, Hoje em Dia e as revistas Brasil Mineral, In the Mine, Minérios & Minerales, Mineração e Sustentabilidade, entre outros veículos de prestígio.
Confira os principais assuntos debatidos e anunciados no evento:
MME defende regulamentação de mineração em terras indígenas pelo Congresso Nacional
O Ministério de Minas e Energia (MME) defende a regulamentação do parágrafo terceiro do artigo 231 da Constituição Federal, de modo a permitir atividades de mineração naquelas localidades, em especial na região Amazônica, disse o Secretário Nacional de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Carlos Nogueira da Costa Jr. Ele representou o Ministro Edison Lobão, na noite de 5/11, na solenidade de abertura da EXPOSIBRAM Amazônia 2012 (www.exposibram.org.br), em Belém (PA).
O Secretário Carlos Nogueira afirmou que considera a mineração uma atividade capaz de contribuir para a melhoria da qualidade de vida, com a inclusão produtiva das comunidades por meio do intenso diálogo e entendimentos entre governo, sociedade e empresas. ?A mineração gera empregos e renda. É preciso fazer com que este setor produtivo seja reconhecido como um dos mais importantes?, disse.
Leia a íntegra em www.ibram.org.br/150/15001002.asp?ttCD_CHAVE=176379
Brasil receberá, até 2016, 20% do investimento mundial em mineração, diz PWC
O Brasil receberá até 2016 20% de todo o investimento mundial em mineração, ou seja, US$ 75 bilhões de um total de US$ 400 bilhões, segundo a consultoria internacional PriceWaterhouseCoopers (PWC). ?Há uma surpresa entre os investidores internacionais quando se constata que este imenso volume de 20% de todo o investimento mundial em mineração será direcionado apenas para um país. Mas esta é a realidade da mineração brasileira?, disse Felipe Gomes, consultor da PWC.
O valor de US$ 75 bilhões mencionado pelo consultor é apurado pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM ? www.ibram.org.br) junto às empresas. Em sua palestra no 3º Congresso Brasileiro de Mineração, realizado pelo IBRAM em Belém (PA), Gomes disse que ?cada vez mais, os projetos minerais surgirão em locais mais remotos e por isso ficarão mais caros e serão implantados em prazos mais longos?.
Leia a íntegra em www.ibram.org.br/150/15001002.asp?ttCD_CHAVE=176419
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Deputado Édio Lopes anuncia adiamento do relatório sobre mineração em terras indígenas
O relator do projeto que regulamenta a mineração em terras indígenas (artigo 231 da Constituição), deputado federal Édio Lopes (RR), disse que a entrega de seu relatório está adiado sem data definida. Ele se reunirá no próximo dia 13 no Ministério da Justiça com lideranças indígenas, com o Ministro José Eduardo Cardozo e com a presidente da Funai, Marta Maria do Amaral Azevedo, para discutir pontos divergentes e conflitantes entre as partes.
A depender do entendimento no dia 13, o deputado disse que pretende conduzir visitas às regiões onde há povos indígenas, de modo a debater o projeto sobre mineração. ?Estamos próximos a um entendimento razoável sobre a matéria?, disse ao participar do 3º Congresso de Mineração da Amazônia, em Belém (PA).
Leia a íntegra em www.ibram.org.br/150/15001002.asp?ttCD_CHAVE=176652
Indústria mineral direciona investimentos à Amazônia para expandir atuação no Brasil
A mineração empresarial brasileira direciona para a Amazônia investimentos de R$ 56 bilhões (cerca de US$ 28 bilhões) até 2016 na implantação e expansão de projetos ? incluindo extração e transformação ? que elevam a capacidade produtiva do Brasil perante seus concorrentes internacionais.
Segundo o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM ? www.ibram.org.br), os empreendimentos minerais seguem os preceitos de sustentabilidade consagrados mundialmente, ou seja, aliam retorno financeiro com responsabilidade social e atenção especial aos recursos naturais.
Outra característica marcante dos projetos empresariais na Amazônia é a verticalização da produção, em que se busca extrair e processar industrialmente o minério antes de ser comercializado, caso da cadeia do alumínio.
Leia a íntegra em www.ibram.org.br/150/15001002.asp?ttCD_CHAVE=176378Principais executivos de grandes mineradoras debatem desenvolvimento sustentável da Amazônia
O debate sobre o tema ?Mineração e o Desenvolvimento Local e Regional? reuniu o secretário de Indústria, Comércio e Mineração do Estado do Pará (SEICOM), David Leal, o presidente da Mineração Rio do Norte (MRN), Júlio Sanna, o presidente da Anglo American, Paulo Porcha, e o diretor superintendente da Votorantim Metais, Tito Martins.
Os empresários afirmaram que apesar dos impactos no meio ambiente, as mineradoras têm seus compromissos de reconstituir o que foi impactado e de evoluir mais nas questões sociais. ?A licença social para operar, quem nos dá, é a comunidade?, reflete Paulo Porcha, da Anglo American. Diante desse promissor cenário, o Pará pretende consolidar seu protagonismo na produção mineral brasileira. ?Contaremos com instrumentos mais modernos para a gestão pública mais eficiente?, disse o titular da SEICOM.
As questões sociais ocupam a pauta das mineradoras instaladas no Pará, como a MRN, que desde o final a década de 70 opera em Porto Trombetas, região Oeste do Pará, e daquelas que preparam sua chegada ao estado, como é o caso da Votorantim Metais.
Tito Martins admite que as empresas devem se comunicar mais e melhor com as comunidades e os demais públicos de interesse. De acordo com ele, quem está envolvido no processo produtivo tem que entender que nem todo mundo que está ?do outro lado? tem a percepção dos fatos.
Leia a íntegra em www.ibram.org.br/150/15001002.asp?ttCD_CHAVE=176537
GESTÃO AMBIENTAL: indústria da mineração é maior destaque entre 28 segmentos econômicos, revela pesquisa independente
Pesquisa independente do anuário ?Análise Gestão Ambiental? (www.analise.com) constata que a indústria mineral é destaque entre vários setores produtivos quando o assunto é gestão ambiental.
O estudo compara 28 segmentos econômicos. Os nove indicadores utilizados pela pesquisa que forneceu o banco de dados do anuário levam em consideração o sistema de gestão ambiental, a utilização de água, a eficiência energética, o relacionamento com stakeholders (partes interessadas), a utilização de fontes renováveis de energia, a manutenção e a preservação de áreas verdes, o gerenciamento de resíduos, o controle de emissões e adoções de práticas da ISO 14000.
A mineração aparece à frente em sete indicadores. Mesmo nas categorias em que não conseguiu o primeiro lugar, a mineração ganhou destaque. É o caso do indicador de relacionamento com stakeholders, em que o setor ficou com a segunda colocação.
Leia a íntegra em www.ibram.org.br/150/15001002.asp?ttCD_CHAVE=176645
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Mineradoras premiadas por ações de saúde e segurança do trabalhador
Em 6 de novembro, a EXPOSIBRAM Amazônia 2012 abriu espaço para uma programação especial.
Mineradoras que se destacam em ações de saúde e segurança do trabalhador receberam o Prêmio Melhores Práticas em Saúde e Segurança do Trabalho.
O prêmio é uma iniciativa do programa especial do IBRAM MINERAÇÃO, que promove o tema no setor mineral.
Entre as premiadas estiveram: Samarco Mineração, Votorantim Metais Zinco, AngloGold Ashanti, Vale S.A. e Anglo American.
Banco Mundial apresenta programa de desenvolvimento regional a partir da mineração
Representantes do Banco Mundial (Bird) participaram do último painel do 3º Congresso de Mineração da Amazônia e apresentaram o Programa ?E4D ? Extractives for Development? que prevê ações conjuntas entre governo e empresas de mineração para desenvolvimento de localidades.
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Os executivos do Bird citaram casos de cidades como o de Pilbara (Austrália), onde a mineração foi iniciada na década de 1960. Com o passar dos anos, o governo interviu para organizar em conjunto com as empresas e a sociedade um planejamento para o desenvolvimento regional.
A transparência entre as partes envolvidas é um dos principais componentes dessa parceria. ?A transparência permite que todos saibam como a indústria mineral opera, auxilia a gerenciar os riscos envolvidos nos projetos, demonstra o compromisso da indústria com a boa governança, faz com que a sociedade possa fiscalizar o destino dos recursos arrecadados com a mineração, ou seja, todo o processo é percebido pelas partes interessadas?, diz Javier Aguilar.
Por meio da transparência, o programa E4D permite criar uma plataforma para construir confiança entre as partes envolvidas. Além de Aguilar participaram pelo Bird Michel Stanley e Daniele La Porta, e Kathryn McPhail, Senior Program Director do International Council on Mining and Metals (ICMM).Leia a íntegra em www.ibram.org.br/150/15001002.asp?ttCD_CHAVE=176712
PATROCINADORES
Os patrocinadores da EXPOSIBRAM Amazônia 2012 são Vale S.A., Votorantim Metais, Anglo American, Hydro, Sindicato Nacional da Indústria da Extração do Ferro e Metais Básicos (Sinferbase), Geosol, Hyundai Heavy Industries Brazil, Deltamaq, Mineração Rio do Norte, FGS Brasil, Alcoa, Imerys, Mobil e General Electric. O evento conta com apoio de: Governo do Pará, Hangar Centro de Convenções & Feiras da Amazônia, Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral) e da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa).
IBRAM – Profissionais do Texto