Estudo aponta baixo risco à saúde associado à ocorrência de arsênio
25/03/2014
Pesquisa realizada pelo CETEM, envolvendo mais de 70 pesquisadores independentes, atesta que os níveis do elemento químico estão de acordo com os padrões de segurança
O estudo realizado e apresentado pelo CETEM (Centro de Tecnologia Mineral do Rio de Janeiro), em Audiência Pública realizada no dia 18 de março de 2014, na Câmara Municipal de Paracatu, sobre os níveis de arsênio na cidade, corroboram com as informações e levantamentos feitos pela Kinross Paracatu, nos últimos anos. A pesquisa, realizada por mais de 70 pesquisadores independentes, durante 34 meses, comprovou que os níveis de arsênio na cidade estão de acordos com os padrões de segurança estabelecidos pela legislação brasileira e padrões internacionais e não apresentam perigo para a população.
?A Kinross Paracatu mantêm compromissos de transparência em suas operações com toda a comunidade. A saúde, segurança e desenvolvimento dos empregados e da população de Paracatu são de extrema importância e essenciais a manutenção de nossa licença social?, afirma Alessandro Nepomuceno, diretor de Sustentabilidade e Licenciamento Ambiental. ?O respeito ao meio ambiente também é um valor essencial para a Kinross, que adota as melhores práticas de gestão ambiental com monitoramento e controle de impactos adversos como poeira, vibrações e emissão de ruídos, contando com a divulgação dos resultados para órgãos competentes e com a participação ativa da comunidade.?, finaliza.
A Kinross também trabalha para desenvolver cada vez mais tecnologias avançadas a fim de controlar e assegurar processos da operação. Para acompanhar o nível de incidência do arsênio na natureza e sua interferência na saúde da população, por exemplo, além dos monitoramentos realizados, a empresa tem continuamente desenvolvido estudos com instituições conceituadas mundialmente, como é o caso do INCT-Acqua (Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Recursos Minerais, Água e Biodiversidade) e Universidade de Queensland na Australia.
?O sucesso da pesquisa, realizada pelo CETEM, e o comprometimento com resultados sérios e reais é de grande interesse da Kinross.?, diz Alessandro. A empresa sempre buscou transparência em seus monitoramentos e o estudo em questão atesta os nossos rígidos controles.
A Kinross Paracatu assegura a integridade do meio ambiente e da saúde das pessoas por meio de um conjunto de práticas e instrumentos de gestão, como a avaliação de impacto e o plano de controle ambiental, monitoramento periódico e planos de melhoria. Além disso, submete seus dados à avaliação de entidades e órgãos externos. Em paralelo, o acompanhamento dos dados de saúde da população de Paracatu, em comparação com médias obtidas em bancos de dados e serviços de saúde, evidencia que não há efeitos relacionáveis com a presença de arsênio na poeira para o município.
O exercício de uma atividade mineradora, assim como qualquer outra atividade industrial ou econômica, deve ser guiado por parâmetros, princípios e sistemas de controle ambiental. O monitoramento constantemente é fundamental para que possíveis impactos ambientais sejam devidamente gerenciados. E essa é postura adotada pela Kinross Paracatu, que realiza há mais de 12 anos, estudos sobre arsênio em conjunto com renomadas instituições nacionais e internacionais.
CETEM