Desaceleração da China não deve `derrubar` commodities, diz BES
11/10/2012
A perspectiva de menor crescimento da economia mundial e da China não deve se traduzir em queda abrupta nos preços das commodities, o que seria prejudicial ao Brasil, disse nesta quarta-feira o economista-chefe do Espirito Santo Investment Bank no Brasil, Jankiel Santos.
Para ele, o ritmo de crescimento da China deve se estabilizar em 7,5% ao ano daqui para a frente, deixando para trás as expansões anuais de dois dígitos. Nesse patamar, a economia chinesa é capaz de sustentar um equilíbrio nos preços das commodities.
“Não veremos mais ralis grandes nos preços das commodities, mas agora ficarão mais estáveis”, afirmou Santos em evento em São Paulo.
A China é um dos maiores compradores mundiais das matérias-primas exportadas pelo Brasil, especialmente minério de ferro.
Valor Econômico