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Crescimento de 213% em cinco anos

Notícias Gerais

31/05/2012


As atitudes do governo argentino dificultando a importação de produtos brasileiros, principalmente máquinas e implementos, atingiram fortemente a indústria nacional do setor, que tinha naquele país um grande comprador de seus produtos. A New Holland, por exemplo, que vendeu à Argentina 4.500 máquinas para obras, em 2011, e pretendia, pelo menos, repetir este número em 2012, baixou sua estimativa de venda para 2.800 máquinas. A informação foi dada pelo diretor Marco Borba, em entrevista coletiva, na feira de máquinas para construção e mineração, em São Paulo.
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Disse que a indústria foi pega de surpresa pela atitude da presidente Cristina Kirchner e que o mercado potencial argentino é muito grande, o que os leva a buscar alternativas para superar o impasse. Segundo ele, as relações da New Holland com a Argentina são muito boas, até porque o Grupo Fiat, a quem a empresa pertence, possui outros grandes investimentos naquele país, inclusive na área de automóveis. Além do mais, está investindo US$ 200 milhões na construção de uma fábrica de máquinas agrícolas em Córdoba. No Brasil, a New Holland comemora grande performance, pois registra um crescimento de 213% em suas vendas de equipamentos entre 2005 e 2011. ?O mercado brasileiro vem crescendo e nós também, pois em 2005 vendemos 4.500 máquinas e, em 2012, estamos vendendo 28.500?, informou. A empresa está construindo nova fábrica em Montes Claros, Minas Gerais.
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Guerra comercial
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O que a indústria brasileira está enfrentando hoje, não só em relação à Argentina, mas também em relação aos países asiáticos, Estados Unidos e Europa, ?é uma verdade guerra comercial?, segundo os dirigentes da Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção, organizadora das feiras internacionais para equipamentos de construção e mineração, que ocorrem aqui em São Paulo. Eles aproveitaram a M&T Expo 2012 para reforçar o alerta que já fizeram ?contra a desindustrialização e a concorrência predatória?.
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Peru
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Como escrevi em colunas anteriores, o Peru está se transformando no grande campo de investimento para empresas brasileiras. Jornalistas peruanos com os quais conversei, aqui em São Paulo, nas feiras de máquinas para construção e mineração, confirmaram que o Peru se transformou numa das economias mais dinâmicas da América Latina, com grande plano de construção de infraestrutura e energia, o qual atraiu o interesse de empresas brasileiras como Petrobras, Vale, Votorantim, Odebrecht, Braskem e Gerdau. Benjamin Steinbruch, presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, estuda a implantação de uma fábrica de aços longos, no valor de US$ 1 bilhão, para produzir 1 milhão de toneladas de aço/ano, e também uma participação em projetos de mineração no Peru. Em contrapartida, o Brasil está oferecendo aos peruanos seu mercado de alimentos e bebidas.
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IBGC
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O advogado Robert Juenemann foi reeleito coordenador-geral do Capítulo Sul do IBGC.
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Guindastes
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A Hyva do Brasil participa da M&T Expo 2012 apresentando sua clássica linha de produtos, como os renomados cilindros e kits hidráulicos. Destaque especial para a completa linha de guindastes articulados com capacidades que variam de 1 a 74 tm (tonelada-metro). Em exclusivo estande a empresa exibe equipamentos direcionados para diversificada utilização, seja no setor de infraestrutura, construção civil e mineração, bem como na agricultura, logística e serviços em geral.
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Com sede no tradicional polo metalmecânico de Caxias do Sul, a empresa desenvolve, produz e distribui guindastes e componentes hidráulicos para sistemas de carregamento e descarregamento hidráulico de caminhões. Completando 17 anos de atuação no País em 2012, a Hyva do Brasil conta com planta fabril de 8.000 m2 de área construída e 12.000 m2 de área total ostentando a condição de maior fabricante nacional de cilindros hidráulicos telescópicos. É a única subsidiária sul-americana do Grupo Hyva, de origem holandesa e com sede administrativa em Hong Kong, o maior fabricante mundial de cilindros hidráulicos telescópicos.
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Jornal do Comércio


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