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CNI e Apex investirão R$ 10 milhões na promoção ao investidor

Notícias Gerais

26/11/2014


Renovação do acordo mira o fortalecimento da indústria brasileira no exterior e a atração de investimento para o país. Em dois anos, a ação conjunta beneficiou 800 empresas e gerou US$ 73 milhões em negócios
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil)  renovaram nesta terça-feira, 25 de novembro, o convênio de cooperação para facilitar a inserção de empresas brasileiras no mercado internacional e atrair investimentos estrangeiros. Até 2016, R$ 10,2 milhões serão injetados em projetos de promoção comercial executados pelos Centros Internacionais de Negócios (CIN) das federações estaduais de indústrias.
As ações, cujo objetivo é a internacionalização das pequenas e médias empresas, orientam os empresários que estão começando a exportar e acompanham os negócios fechados no exterior. O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, disse que a parceria é estratégica para o setor produtivo. ?O acordo amplia a promoção e a defesa de interesses da indústria. Com o convênio, vamos melhorar as condições para que a indústria brasileira exporte cada vez mais?, afirmou Andrade, após a assinatura do acordo.
?Esse acordo tem vários anos, e vemos o quanto avançamos e como as empresas foram beneficiadas. A renovação é um sinal da experiência que tivemos e da maturidade do projeto?, destacou o presidente da Apex-Brasil, Maurício Borges. 
A cooperação entre as duas instituições começou em 2008. De lá para cá, a CNI e a Apex-Brasil selaram três acordos similares, com destaque para a abertura de Unidades de Atendimento da Apex-Brasil nas federações de indústrias. Entre 2013 e 2014, a ação conjunta atendeu a quase 800 empresas e ajudou a fechar US$ 73 milhões em negócios.
A renovação do convênio expande a capacidade de atuação junto aos empresários. Além de promoção comercial, a CNI e a Apex-Brasil  oferecerão apoio ao investidor estrangeiro atraído pelas oportunidades de negócio no país. Os setores mais beneficiados pela parceria foram alimentos e bebidas, cosméticos, moda, móveis e madeira, metal mecânico e tecnologia da informação.

CNI


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