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China está cada vez mais próximo de Mato Grosso

Notícias Gerais

01/07/2013


Quando o mundo começava a se desentender, com o estertor da era moderna, o físico Albert Einstein, já no século XX, mudou o referencial da humanidade ?determinando? que tudo era relativo e dependia do referencial que fosse adotado. Isto talvez explique o interesse chinês que anda circulando por Mato Grosso, e que elege o Estado para compor uma parceria milionária.Em busca de negócios, para amparar sua riqueza de grande porte, a missão de chineses, que recentemente percorreu o Estado, já tem noção do modelo de cooperação que pretende desenvolver com Mato Grosso, investindo capital do Banco de Desenvolvimento da China (o maior do mundo, com reservas de mais de US$ 1 trilhão).Os chineses já constroem o linhão que levará energia elétrica de Paranaíta a Ribeirãozinho, integrando as usinas do Norte ao Sistema Nacional.Irão investir R$ 1 bilhão até 2014 (nada menos que um dozeavo do orçamento geral do Estado) – leia mais. As outras perspectivas apontam para a ferrovia que vai ligar Cuiabá a Santarém e a exploração do potencial de minério de ferro e de fosfato da Serra do Caetès (uma área de 42 quilômetros quadrados na bacia do Rio Jauru).Com energia abundante, matéria-prima à vontade e uma ferrovia abreviando o caminho a um porto do norte, os chineses chegaram a falar em siderurgia, no encontro que tiveram com o governador Silval Barbosa. Também não descartam a extração de fosfato, matéria-prima fundamental para a produção de adubo. O minério, pela sua abundância no local, supriria as necessidade de Mato Grosso pelos próximos 700 anos – saiba mais.A ferrovia, saindo de Cuiabá com destino ao porto de Santarém, não só servirá para colocar o grão de Mato Grosso mais perto dos chineses como também poderá escoar o aço produzido do minério do Rio Jauru, em condições de muita competitividade. Os chineses com certeza matariam dois coelhos com uma só cajadada: entrariam no negócio da logística para escoar grãos e aço e produziriam o aço que precisam para o processo de modernização do seu país, extraindo-o de uma fonte relativamente próxima.

O Nortão


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