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Balança Comercial Brasileira: Superávit soma US$ 370 mi

Notícias Gerais

23/02/2012


Exportações atingiram US$ 4,703 bilhões na 3ª semana. 
A balança comercial brasileira registrou um saldo positivo de US$ 370 milhões na terceira semana deste mês. Entre os dias 13 e 19, as exportações atingiram um total de US$ 4,703 bilhões, enquanto as importações somaram US$ 4,333 bilhões, de acordo com dados divulgados ontem pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). No mês, as vendas externas alcançaram US$ 12,394 bilhões, e as importações US$ 10,673 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,721 bilhão.  A média diária das exportações neste mês é de US$ 953,4 milhões, 14% maior do que em fevereiro de 2011. Nas importações, a média diária ficou em US$ 821 milhões, com alta de 5,7% em relação a fevereiro do ano passado. No acumulado do ano, as exportações somam US$ 28,535 bilhões e as importações, US$ 28,106 bilhões, com superávit de US$ 429 milhões.  Analistas consultados semanalmente pelo Banco Central (BC) estimam que a balança comercial fechará o ano com um superávit de 19,5 bilhões. O BC, por sua vez, projeta um saldo positivo de US$ 23 bilhões.  As exportações brasileiras registraram em fevereiro aumento nas três categorias de produtos. Os dados divulgados ontem mostram que os embarques de manufaturados subiram 24,1% em relação a fevereiro de 2011, em razão de vendas de plataforma de perfuração e exploração de petróleo, energia elétrica, óleos combustíveis, aviões, motores e geradores elétricos e partes de motores para veículos.  As exportações de semimanufaturados aumentaram 10,2%, por conta de semimanufaturados de ferro e aço, alumínio em bruto, ferro fundido e açúcar em bruto. Os produtos básicos mostraram um crescimento de 7,4% puxados, principalmente, por soja em grão, algodão em bruto, fumo em folhas, farelo de soja e petróleo em bruto.  Nas importações, o aumento de 5,7% na média diária do mês em relação a fevereiro de 2011 ocorreu em função do aumento dos gastos, principalmente, com equipamentos mecânicos (25,4%), instrumentos de ótica e precisão (24,7%), siderúrgicos (21,6%), aparelhos eletroeletrônicos (8,4%), plásticos e obras (6,7%), farmacêuticos (6,1%) e veículos automóveis e partes (6,1%).

Diário do Comércio


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