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Acionistas da BGC aprovam negócio com Brazil Resources

Notícias Gerais

22/11/2013


Os acionistas da Brazilian Gold Corporation (BGC) aprovaram a transação que dá direito à Brazil Resources de comprar a empresa. A mineradora canadense vai adquirir todas as ações da BGC. Mais de 94% dos acionistas aprovaram a transação. A informação foi enviada, em conjunto, pelas empresas na última quarta-feira. As empresas têm projetos de ouro no Pará.
O requerimento da BGC enviado à Suprema Corte de British Columbia, Canadá, para obter a aprovação final do negócio está marcado para ser concretizado até o fim desta semana. Assim que a Suprema Corte aprovar o requerimento e as condições estipuladas no acordo entre as empresas forem cumpridas, a transação será efetivada.
Em 30 de setembro deste ano, a Brazil Resources e a BGC entraram em acordo para concretizar o negócio. Os acionistas da BGC vão receber 0,172 de ação ordinária da Brazil Resources para cada ação da BGC. Essa taxa de troca representa um prêmio de 39% das ações da BGC. Agregando todas as considerações estipuladas no acordo feito pelas mineradoras, o negócio é de aproximadamente US$ 13,5 milhões.
O presidente do conselho da Brazil Resources, Amir Adnani, disse que a transação aumenta as oportunidades da empresa, tendo em vista as condições atuais do mercado. ?Esse acréscimo de ativos da BGC vai nos posicionar com um forte portfólio de projetos no Estado do Pará, que é um dos estados que tem mais áreas ativas atreladas à mineração no Brasil?, afirmou o executivo.
Ian Stalker, CEO da BGC, comentou sobre o negócio e afirmou que uma empresa terceirizada de consultoria fiscal contratada pela mineradora garantiu que a oferta é justa para os acionistas. ?Nós acreditamos que essa fusão vai nos dar grande visibilidade e penetração no mercado, de forma que permitirá à BGC dar sequência, com mais certeza, no desenvolvimento de ativos de qualidade em seu portfólio?, disse Stalker.
A Brazilian Gold Corporation controla os projetos de ouro Tapajós, São Jorge, Surubim, Boa Vista e Bastião, todos no Pará. Já a Brazil Resources tem os projetos de ouro Artulandia, em Goiás, e Cachoeira, no Pará.

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